terça-feira, 5 de abril de 2011

"Empregos de colarinho verde" se multiplicam e trazem novos ares à economia americana


4. A COMUNICAÇÃO VERDE DAS EMPRESAS

O objetivo principal da comunicação verde é mostrar ao consumidor que um artigo ecologicamente correto, é também mais saudável para o consumo, a partir do momento em que reduzindo-se os danos ambientais, a qualidade de vida das pessoas, indiretamente, sofre melhorias. Ou seja, no Marketing Verde, a empresa divulga o que tem feito em prol do meio ambiente e, desse modo, procura sensibilizar o consumidor para que ele também participe deste processo, já que a responsabilidade de preservar os recursos escassos é de todos.

TENDÊNCIA

A chamada economia verde movimenta mais de US$ 500 bilhões anualmente.

O clima econômico nos EUA ainda não é dos melhores. Já a crise ambiental não tem fronteiras. Juntando as duas coisas, começa a surgir o ambiente certo para os "empregos de colarinho verde." E Nova York é hoje uma das cidades americanas com maior número de negócios e empregos sustentáveis. O programa mostra o potencial destes negócios, que estão trazendo novos ares à economia, como as hortas sobre o concreto. Do alto dos prédios surgem fazendas que produzem verduras e legumes orgânicos; lojas e até academias de ginástica onde não só as instalações, mas todos os produtos à venda são ecologicamente corretos. É a economia verde crescendo e se multiplicando.

domingo, 3 de abril de 2011

MARKETING VIRAL


Marketing viral é uma forma de promoção com base na livre circulação de ideias através do boca-a-boca. Quando você gosta de algo, é da sua natureza compartilhar sua descoberta com alguém que gosta. Seja um amigo, parente ou colega de trabalho, você tem esse impulso de compartilhar uma coisa legal que descobriu com outra pessoa. E por sua vez, as pessoas com quem você compartilha, farão o mesmo com sua rede de amigos. Isso é o que "viral" quer dizer.
Do ponto de vista do marketing "viral", é fascinante por uma série de razões:
  • Distribuição: Um conteúdo viral se espalha como um vírus, em um loop constante de expansão que pode nunca acabar. Para o marketing online, espalhar o conteúdo infinitamente de pessoa a pessoa representa uma estratégia para promover o conteúdo de uma fração de esforço e os custos exigidos pelas técnicas tradicionais de marketing.
  • Alcance: Uma campanha de marketing viral bem sucedida pode aumentar exponencialmente o alcance de suas comunicações, colocando você em contato com milhares de possibilidades que, com sua abordagem de comunicação tradicional, não conseguiria acessar.
  • Consciência: Quanto mais as pessoas vejam o seu conteúdo, mais saberão quem você é, o que você faz, o que pode oferecer aos seus clientes. Não apenas isso: com o compartilhamento de conteúdo de um tópico específico, você se torna uma autoridade no assunto e as pessoas começam a te procurar naturalmente pedindo conselhos e recomendações.
  • Custo: O marketing viral é relativamente barato porque você não tem que planejar um orçamento enorme para promover seus produtos ou iniciar campanhas que atendam às necessidades de todos os seus clientes em potencial. Assim que o seu conteúdo começar a se espalhar de modo viral, seus fãs se tornarão seus melhores agentes de marketing.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

MARKETING VERDE

1. O termo Marketing Verde surgiu nos anos 70 quando a AMA (American Marketing Association) promoveu um Workshop para discutir o impacto do marketing sobre o meio ambiente. Administradores e profissionais de comunicação entendem que não é mais possível planejar o Marketing sem ampliar as ações à Responsabilidade Social e Ambiental, pois a atividade de marketing busca integrar o produto, a marca e a empresa ao mercado consumidor (ao planeta) - processo que gera impactos econômicos, financeiros, ambientais e sociais.

2. Exemplos de ações: embalagens recicláveis, produtos feitos de material reciclado, ações que economizam água e energia elétrica na produção, ações que utilizam somente bens renováveis.

3. Significa que o produto tem características voltadas a preservação do ambiente, isso quer dizer produtos ecologicamente corretos. Nos dias atuais as empresas devem focar no controle do processo produtivo, ou seja, fazer uma análise de todo o ciclo de vida dos produtos, desde sua produção, embalagem, transporte e consumo até sua utilização e posterior descarte.

Social commerce, a onda do momento


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Rio de Janeiro - Aproveitar a febre das redes sociais para vender. Esta é a proposta do social commerce, conceito ainda recente no Brasil e no mundo. Em tese, a prática une as lojas virtuais às ferramentas de mídia social, mas pode ir além.

A ideia é usar a tecnologia para incentivar e facilitar uma prática muito comum entre os consumidores: a troca de informações sobre produtos, marcas e serviços entre amigos.
Com o social commerce, as empresas têm a chance de ampliar o relacionamento com os clientes e agregar credibilidade ao que oferecem. No Brasil, surgem alguns cases de marcas que aproveitam o conceito, mesmo que não apliquem a ideia na íntegra. É o caso de redes sociais como byMK e Frugar e de marcas como HP e Drogaria Onofre.
“A tecnologia veio para ajudar a fazer o que já se fazia muito bem no passado, mas atingindo um número maior de pessoas ao mesmo tempo. Social Commerce é isso: consumidores unidos trocando informações para comprar. Uma coisa é ouvir que o notebook da HP é legal do seu amigo, outra é ouvir da própria HP, por exemplo”, explica Pedro Eugênio, sócio-fundador do Busca Descontos.
De olho nos esmaltes
Aproveitando a tendência, a Drogaria Onofre resolveu unir elementos de interação típicos de redes sociais ao seu e-commerce. A empresa lançou uma loja virtual de esmaltes, em que as consumidoras podem deixar dicas relacionadas ao assunto. Na página é possível ainda ver todos os comentários postados no Twitter da Onofre sobre o tema.

AmBev expande portfolio premium com Bohemia 990 ml

São Paulo - Chega ao mercado paulistano a partir desta semana a Gran Bohemia, garrafa de 990 ml da cerveja.
O lançamento expande o portfolio de bebidas premium da AmBev, que já tem à venda as uruguaias Patrícia e Norteña, a argentina Quilmes e a belga Stella Artois, todas com embalagens para consumo em grupo.
A opção de tamanho será vendida em pontos selecionados de São Paulo, e deve custar R$ 12,50.
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Diretor de Super Size Me faz filme "dedicado" à publicidade

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São Paulo - O controverso documentarista Morgan Spurlock, de "Super Size Me" e "Where in the World is Osama Bin Laden?", voltou-se para o mercado publicitário em seu novo filme. Sarcástico, como de costume, o diretor cutuca o cinema hollywoodiano e a prática de inserir marcas em obras cinematográficas como forma de publicizar produtos. E como o cineasta faz isso? Bebendo da mesma fonte.
No trailer de "The Greatest Movie Ever Sold", como foi nomeado o documentário, Spurlock aparece apresentando a proposta a várias empresas em busca de interessados em investir no longa. A ideia do diretor foi fazer um filme inteiramente financiado pelas marcas que são anunciadas. E Spurlock consegue: o cineasta vendeu a obra a 15 grandes empresas. Nem mesmo o título escapou de levar um logo estampado.
Embora a presença de marcas em filmes seja uma prática comum - mas nem por isso vista com bons olhos por alguns artistas, que afirmam que a propaganda derruba a integridade artística das obras -, em documentários, a prática de product placement é nova e bem menos frequente. 
Chamado de “o Inception dos documentários” pelo comediante Jimmy Kimmel, "The Greatest Movie Ever Sold" estreia em 22 de abril nos Estados Unidos, pela Sony Classics. No Brasil, ainda não há previsão para lançamento.

Marketing VERDE!

       As empresas globais nunca estiveram tão preocupadas com o meio ambiente. Porém, em vez de alegrar, isso preocupa os ambientalistas. Muitos acreditam que as marcas estão usando o posicionamento “verde” como um artifício para agradar aos consumidores sem, entretanto, abraçar medidas efetivas para preservar o planeta. Um exemplo disso seria o Earth Day (Dia da Terra), comemorado sempre no dia 22 de abril, desde 1970. Inicialmente criado para protestar contra as condutas poluidoras das grandes corporações, o evento acabou se transformando numa data promocional patrocinada por essas mesmas empresas. De fato, fabricantes de produtos de toda espécie, de batatas fritas a automóveis utilitários, agora usam o 22 de abril para divulgar seus esforços pretensamente “verdes”.

       Os ativistas ambientais temem que a badalação em torno do Earth Day dê às pessoas o falso sentimento de progresso, justamente quando mais precisamos de ações concretas. Em entrevista recente ao The Wall Street Journal, Denis Hayes, coordenador do primeiro Earth Day, criticou as pessoas que dirigem carros enormes, que bebem muito combustível, e ao mesmo tempo usam bolsas recicláveis no supermercado, achando que assim estão fazendo sua parte. Estudos mostram que, para reduzir de verdade as emissões tóxicas, seria preciso que a população mudasse radicalmente seus hábitos de consumo, reduzindo drasticamente o uso dos automóveis, por exemplo. O perigo, segundo os especialistas, é que as pessoas se sintam felizes com pequenos gestos e deixem de refl etir sobre as mudanças substanciais que precisamos promover.

       A preocupação não é infundada. Os consumidores têm se revelado contraditórios quando o tema é consumo consciente. Quer um exemplo? Pesquisa divulgada pelo Ibope em setembro do ano passado mostrou que, apesar de 92% dos brasileiros acreditarem que reciclar lixo é uma obrigação da sociedade, apenas 30% desses mesmos cidadãos reciclam o lixo em suas casas. Tem mais – 85% dos pesquisados disseram que vale a pena pagar mais caro por produtos que não agridem o meio ambiente, mas apenas 52% admitem que já fi zeram isso.

      As práticas mais disseminadas em nosso país são aquelas que geram vantagem econômica para o indivíduo. Estudo recente da WWF Brasil mostrou que 87% dos entrevistados adquiriram o hábito de fechar a torneira ao escovar os dentes, 80% desligam o computador e a TV caso não estejam usando e 54% reduziram o tempo do banho para menos de 10 minutos. Ou seja, no que diz respeito ao meio ambiente, seguimos com o mesmo pensamento egoísta de sempre. Se não alterarmos o estilo de vida, o padrão de consumo e, principalmente, nossa visão de mundo, as sacolinhas reutilizáveis, que alguns de nós passamos a usar, terão apenas efeito cosmético.

*Luiz Alberto Marinho é publicitário e vai a pé para o trabalho todos os dias, mas não resiste à tentação de trocar de celular todo ano.